top of page
  • Twitter
  • Instagram
  • Behance
  • free-researchgate-3628433-3031593_edited
Ilustração Ca.png

Recolorindo estrelas: Bia e Rilany

  • Foto do escritor: Nathália Cristina Servadio
    Nathália Cristina Servadio
  • 12 de mai.
  • 1 min de leitura

Hoje, ver Bia Vaz e Rilany Silva integrando a formação de base da Seleção Brasileira representa muito mais do que uma transição de carreira bem-sucedida.


Representa a continuidade de uma luta coletiva das mulheres no futebol brasileiro.


Duas mulheres que viveram o campo como atletas. Que atravessaram inseguranças e injustiças.

E talvez justamente por isso, hoje conseguem formar jogadoras olhando para além do desempenho. Porque sabem que desenvolver atletas também é desenvolver humanidade, autoestima, coragem e pertencimento.

Muitas trajetórias são apagadas, interrompidas ou esquecidas. Por isso, celebrar mulheres que permanecem no esporte ocupando espaços de liderança também é um ato político de preservação da nossa própria história.


E talvez o mais bonito dessa conquista seja justamente isso: o ouro não termina nelas.

Ele alcança cada treinadora tentando construir espaços mais humanos e possíveis.



Bia Vaz e Rilany Silva representam uma geração que não apenas abriu portas mas decidiu quebra-las para as próximas.


E isso também é vitória.

Das maiores que existem. Em homenagem a elas compartilho este material educativo como forma de registro, memória e inspiração:



 
 
 

Comentários


bottom of page